no dia 11 quase me matei a conduzir!!
O cansaço, o stresss, as curtas horas de sono e o exigir cada vez mais de mim podiam ter trazido consequencias tragicas!!
felizmente foi só chapa! e felizmente, tenho família que me ajuda e apoia nestas horas más!...
afinal, nem tudo corre mal!..
K
Teste de Escrita Corrente
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
desabafo
Não há tempo a perder!
preciso mudar. de emprego e de estilo de vida... preciso fazer o que gosto e com isso ganhar a vida e ser reconhecido por isso mesmo, por fazer o que gosto!
Ando cansado! não me recordo das ultimas férias dignas desse nome! tenho trabalhado por 5! dado tudo o que tenho e o cansado anda a prejudicar o meu rendimento!!
O cansaço e o trabalho estão a prejudicar-me em casa! nas minhas relações pessoais! No meu eu!
Não me sinto eu! ando triste e amargurado em busca de soluções que tardam em aparecer!
Quero ajudá-la mas não sei como.. como poderei ajudá-la se nem a mim me consigo ajudar?
sinto-me a fraquejar a cada dia, a definhar a cada momento, a cada palavra ouvida a cada acto singular!!
Sinto-me só, mas refugio-me na solidão e guardo para mim o que me preocupa para não a preocupar!
Estou a fechar-me cada vez mais e tudo isto porque não gosto do que faço actualmente!! porque me desgasta e porque me obriga a sair da minha zona de conforto!
não me nego ao trabalho mas nesta fase custa-me imenso até levantar para ir trabalhar! dói-me cada centímetro do corpo ao tentar mover-me...
hummpf...
K
preciso mudar. de emprego e de estilo de vida... preciso fazer o que gosto e com isso ganhar a vida e ser reconhecido por isso mesmo, por fazer o que gosto!
Ando cansado! não me recordo das ultimas férias dignas desse nome! tenho trabalhado por 5! dado tudo o que tenho e o cansado anda a prejudicar o meu rendimento!!
O cansaço e o trabalho estão a prejudicar-me em casa! nas minhas relações pessoais! No meu eu!
Não me sinto eu! ando triste e amargurado em busca de soluções que tardam em aparecer!
Quero ajudá-la mas não sei como.. como poderei ajudá-la se nem a mim me consigo ajudar?
sinto-me a fraquejar a cada dia, a definhar a cada momento, a cada palavra ouvida a cada acto singular!!
Sinto-me só, mas refugio-me na solidão e guardo para mim o que me preocupa para não a preocupar!
Estou a fechar-me cada vez mais e tudo isto porque não gosto do que faço actualmente!! porque me desgasta e porque me obriga a sair da minha zona de conforto!
não me nego ao trabalho mas nesta fase custa-me imenso até levantar para ir trabalhar! dói-me cada centímetro do corpo ao tentar mover-me...
hummpf...
K
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Play Safe!?
“Playing safe is probably the most unsafe thing in the world. You cannot stand still. You must go forward." Robert Collier
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Há dias em que o olhar de outro alguém nos faz sentir bem... simplesmente o olhar! Pode ser um olhar terno e doce, até mesmo inocente.... Pode também ser o olhar quente e sedutor que perpassa as pestanas pontiagudas e bem tratadas..... Ou o olhar calmo de quem nada teme pela experiência que a vida lhe traz...
E saber que essas pessoas podem ser autênticos portos de abrigo quando nos sentimos mais sós... quando não precisamos de carinhos ou abraços mas apenas da companhia, de não estar só...
de olhar olhos nos olhos e sentirmo-nos reconfortados porque afinal existe gente boa.... gente que nos apoia pelo simples facto de estar ao nosso lado, sem palmadinhas nas costas...
Hoje tive um dia bom, com amigos que trabalham comigo... com quem posso brincar e falar sem reprimir sentimentos ou com medo de ser mal entendido...
E saber que essas pessoas podem ser autênticos portos de abrigo quando nos sentimos mais sós... quando não precisamos de carinhos ou abraços mas apenas da companhia, de não estar só...
de olhar olhos nos olhos e sentirmo-nos reconfortados porque afinal existe gente boa.... gente que nos apoia pelo simples facto de estar ao nosso lado, sem palmadinhas nas costas...
Hoje tive um dia bom, com amigos que trabalham comigo... com quem posso brincar e falar sem reprimir sentimentos ou com medo de ser mal entendido...
terça-feira, 29 de junho de 2010
Aula de TAB_ havia coisas melhores p'ra fazer
A campainha tocou para entrada. As nossas mãos estavam entrelaçadas, num toque mágico, magnético que teimava em prosseguir. A Verónica dirigiu-se para a porta e as nossas mãos lentamente separaram-se, como quem separa o tronco da árvore, entrando na porta ao lado onde íamos ter aula.
Terminei a animação da rádio e após o soar do segundo toque, saí apressadamente directo ao ginásio do Liceu. Depois daquele pequeno grande prémio, a ultima coisa que me apetecia era ir ter aula.
dirigi-me ao Ginásio onde os Strawberry's estavam a preparar o palco onde iam dar o concerto de encerramento do ano escolar no dia seguinte e, como grande amigo de quase todos eles, dispus-me a ajudá-los, até porque tinha o carro cheio de tralha deles... amplificadores, cabos, colunas, guitarras...
Terminei a animação da rádio e após o soar do segundo toque, saí apressadamente directo ao ginásio do Liceu. Depois daquele pequeno grande prémio, a ultima coisa que me apetecia era ir ter aula.
dirigi-me ao Ginásio onde os Strawberry's estavam a preparar o palco onde iam dar o concerto de encerramento do ano escolar no dia seguinte e, como grande amigo de quase todos eles, dispus-me a ajudá-los, até porque tinha o carro cheio de tralha deles... amplificadores, cabos, colunas, guitarras...
Apressei-me a descarregar o carro com o Tomás. Sentia andar com um sorriso estúpido estampado na face e também com uma energia fora do normal! Principalmente tendo em conta que estava a recuperar de um entorse grave no tornozelo esquerdo que acontecera cerca de uma semana antes no treino de Basquetebol.
Não resisti a pegar na bola que tinha no carro e lançar umas bolas a um dos cestos do ginásio. Precisava mesmo descarregar energias...
Não resisti a pegar na bola que tinha no carro e lançar umas bolas a um dos cestos do ginásio. Precisava mesmo descarregar energias...
O Intervalo...
Levantei-me num ápice! Para não variar já tinha arrumado os cadernos bem antes de a aula terminar e pouco me prendia ali. Saí e fui directo ao pátio interior do lado par.
Há época, havia uma divisão e uma rivalidade enorme entre os grupos que frequentavam o lado par e o lado ímpar. O lado par era conotado com o lado do betinhos: meninos "de bem", fãs de râguebi e da festa brava, alinhados como pertencentes à burguesia. Do lado ímpar estavam os outros grupos, os freaks, os que jogavam futebol, as tribos de jovens da mesma localidade. Vira não volta, os confrontos eram inevitáveis... Hoje, tanto quanto sei, e já lá não vou à muito tempo, as divisões são muito menores. Ainda hoje gosto de passar pelo Miradouro de São Bento e olhar a paisagem que se estende sobre os campo e sobre o rio. Embora o jardim tenha sido requalificado e esteja muito diferente. Era um jardim selvagem, maltratado e descuidado pelo Município e por isso era atreito a que se praticassem por ali actos ilícitos!
Embora o meu lado não fosse o par, habitualmente a minha presença era tolerada. Era um dos veteranos da escola, quer queiramos quer não, sempre se consegue ter algum status naquela "mini sociedade" de cerca de 1000 alunos.
Como era hábito, sentei-me na mesa - e não na cadeira - ao lado daquela onde estava um grupo de pessoas da minha turma. O Luis, a Estella, a Filipa e a Sofia, o Miguel Ângelo e a Jota. Por ali fiquei uns minutos... até que decidi subir conforme combinado.
De fininho saí e disse que ia subir para começar a preparar umas coisas para aula. Para aquela bendita disciplina de TAB - Trabalho de Aplicação - esta situação era normal. Naquele dia era eu e a Verónica a fazer a animação da rádio da Escola no intervalo maior. Como habitualmente, a D. Fernanda, funcionária afecta ao Dptº de audiovisuais não estava. Tudo corria conforme planeado. Entrei na sala, fui ligando os aparelhos e esperei. Poucos segundos depois a Verónica bateu à porta e entrou.
Olhou-me com ar afogueado, como se tivesse vindo a correr pelas escadas. Deus dois passos em frente direita a mim, pôs-me as mão nos ombros e empurrou-me contra parede! Fechei os olhos e esperei o que viria a seguir! Senti o calor do seu corpo aproximar-se de mim, senti a sua respiração ainda ofegante, até que ambas a bocas se colaram num beijo trémulo, doce, proibido mas muito desejado.
Aqueles breves segundos foram inesquecíveis.
Seguiram-se breves lágrimas! Ambos sabíamos que aquele beijo seria, muito provavelmente, o primeiro e o último!
Ainda hoje penso que valeu o risco!
Como era hábito, sentei-me na mesa - e não na cadeira - ao lado daquela onde estava um grupo de pessoas da minha turma. O Luis, a Estella, a Filipa e a Sofia, o Miguel Ângelo e a Jota. Por ali fiquei uns minutos... até que decidi subir conforme combinado.
De fininho saí e disse que ia subir para começar a preparar umas coisas para aula. Para aquela bendita disciplina de TAB - Trabalho de Aplicação - esta situação era normal. Naquele dia era eu e a Verónica a fazer a animação da rádio da Escola no intervalo maior. Como habitualmente, a D. Fernanda, funcionária afecta ao Dptº de audiovisuais não estava. Tudo corria conforme planeado. Entrei na sala, fui ligando os aparelhos e esperei. Poucos segundos depois a Verónica bateu à porta e entrou.
Olhou-me com ar afogueado, como se tivesse vindo a correr pelas escadas. Deus dois passos em frente direita a mim, pôs-me as mão nos ombros e empurrou-me contra parede! Fechei os olhos e esperei o que viria a seguir! Senti o calor do seu corpo aproximar-se de mim, senti a sua respiração ainda ofegante, até que ambas a bocas se colaram num beijo trémulo, doce, proibido mas muito desejado.
Aqueles breves segundos foram inesquecíveis.
Seguiram-se breves lágrimas! Ambos sabíamos que aquele beijo seria, muito provavelmente, o primeiro e o último!
Ainda hoje penso que valeu o risco!
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audiovisuais,
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Interminável Aula de Alemão...
Aquela aula de alemão teimava em não querer terminar... Aproximava-se o momento que poderia definir o futuro daquele amor, daquela paixão arrebatadora que me levava à quase insanidade há já muito tempo... três anos!
Há três anos que Verónica era a minha grande amiga, mas ambos tinhamos desenvolvido uma atracção enorme que por várias vezes nos tinha impelido a quase chegar a vias de facto. No entanto, namorava com um ex-colega de turma hà quase 5 anos, o Vasco, um rapaz com quem até me dava bem, não fora o facto de haver um historial negro entre a Verónica e o Vasco, o qual eu conhecia e contra o qual lutava como podia.
A prof. Graça desisitira de me chamar a atenção, ao constatar que naquele dia estava completamente no mundo da lua, aliás, com o ano escolar a acabar e com o meu ano bem terminado, só me preocupavam duas coisas: conquistar a Verónica por qualquer meio e a exibição de final de ano contra a equipa profissional de basquetebol da Portugal Telecom, onde, se jogasse, poderia defrontar o mítico Rasul Salahuddin.
O Tomás estava na mesma mesa que eu, e, amigos há já algum tempo, notou que algo de estranho se passava entre mim e a Verónica:
- Que é que se passa contigo e com a Verónica? Vocês hoje não se largam... vira-te lá prá frente que me estás a irritar! - Resmungou o Tomás.
- Não se passa nada... nada que te possa contar!... - respondi, com receio de já ter falado demais.
Na mesa atrás da minha, onde estava a Verónica e a Estella, vinha um cochichar permanente com risinhos escondidos. Ambas partilhavam uma amizade muito cúmplice, e, muitas vezes, a Estella quase servia de "pombo-correio" das minhas mensagens para a Verónica e vice-versa.
Por fim, a campainha tocou...
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